terça-feira, 23 de maio de 2017





RAINDROPS

Raindrops
Fall over me
I feel the drops
Raining on me

I came from nowhere
To nowhere
I came from nothing
To there I’ll return

But the raindrops
Are getting me wet
While the rain drops
I try to forget

(A thunder right from high sky
Is followed
By the lightning that flies)

But the raindrops
Fall more and more
And hurt my feelings

Like never before

segunda-feira, 22 de maio de 2017






SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 17/07/2015
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

STÉPHANE GRAPPELLI WITH PHIL WOODS AND LOUIS BELLSON

Amigos do jazz, o violino tem uma participação pequena na história do gênero se comparado com os demais instrumentos presentes em um combo. Depois de ser razoavelmente utilizado no início do século 20 por grupos de jazz tradicional, ele ressurgiu apenas quarenta anos depois com uma roupagem nova, dentro do estilo eletrônico do jazz-rock. Este intervalo de quarenta anos foi preenchido quase que por um só personagem - o violinista francês Stéphane Grappelli - que colocou o violino dentro de um modelo "bounce" nascido com o hot jazz cigano de Django Reinhardt, também conhecido como "jazz manouche", e evoluiu para o swing e para o bebop, sem deixar de lado as baladas que evidenciam a sonoridade melodiosa do instrumento. O Sexta Jazz desta semana traz este virtuose do violino ao lado de outros ícones do jazz, o saxofonista Phil Woods e o baterista Louis Bellson, numa sessão de dez standards gravados em 1987, incluindo clássicos como "Caravan", "It Might As Well Be Spring", "Have  You Met Miss Jones" e "Anything Goes".


Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini

quinta-feira, 18 de maio de 2017




AMOR, VOLTEI

Amor, pra os seus braços voltei
Desta vez para dar
Aquilo que eu sempre jurei
Amor, voltei

De tanto andar ao léu
Cansei e desisti
Fui procurar um novo amor
Tentei, não consegui
Eu volto então pra lhe afirmar
Ando cheio de pecado
É sua vez de perdoar
Então voltei

1975


quarta-feira, 17 de maio de 2017





SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 17/04/2015

TONY BENNETT WITH THE LONDON PHILHARMONIC ORCHESTRA

O Sexta Jazz desta sexta-feira vai trazer para o público um show realizado pelo cantor Tony Bennett no teatro Royal Albert Hall, o mais emblemático de Londres, no dia 31 de janeiro de 1971. Tony Bennett é um dos mais completos cantores de jazz e standards da música americana, incluindo a música pop, e continua em franca atividade aos 88 anos de idade, fazendo turnês e dividindo o palco com cantores dos mais diferentes matizes. Lenda da música norte-americana, Tony Bennett foi considerado o melhor cantor do mundo por ninguém menos do que Frank Sinatra, e seu repertório alterna um swing alucinante com baladas românticas, sempre com uma interpretação que valoriza extremamente a mensagem passada pelo compositor e pelo arranjador. Nesta edição ele está no melhor da sua forma, e apresenta clássicos como "I Left My Heart In San Francisco" e "There Will Never Be Another You" ao lado de incursões mais populares como "Wave" e "For Once In My Life". Nesta versão antológica, Bennett se faz acompanhar pelo seu trio e pela Orquestra Filarmônica de Londres, e  fará o ouvinte se sentir como se estivesse acomodado numa das primeiras filas do teatro.
 
Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini


segunda-feira, 15 de maio de 2017





PONHA A TRISTEZA LÁ FORA

Ponha a tristeza lá fora
Que a dor desconsola
Só quem lhe quer bem

E então ao findar esta tristeza
Na procura de outra vida
Encontrarás outros pares

Verás que nas ruas
Nos cantos, nos bares
No meio da lama
No fundo dos lares
A felicidade está perto também

Verás que hoje o sol
Tem mais beleza
Viola no canto
Batuque na mesa
No braço estendido
O carinho de alguém 

1980





SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 16/01/2015
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

 MARC POMPE

O cantor Marc Pompe tem se constituído durante muitos anos em sucesso garantido na área de Chicago, fazendo um jazz cujo estilo varia de Mel Tormé a Tony Bennett, passando por Frank Sinatra. Marc Pompe canta e toca piano, e a sua ligação com os músicos da cidade vem desde a sua adolescência, quando era amigo do trompetista Bob Ojeda, que é o produtor, maestro e arranjador deste disco, e do saxofonista Bob Centano, falecido em 2011 e a quem este disco, intitulado Monk's Dream, é dedicado. Apesar de estar sediado em Chicago, Pompe tem toda uma história de apresentações em Nova York, em Pittsburgh, por toda a Costa Leste, no Canadá e nas Ilhas Virgens. Marc Pompe tem uma excelente presença de palco e costuma cantar acompanhado de grandes orquestras, o que dá aos seus shows o brilho dos grandes espetáculos.


Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini

sábado, 13 de maio de 2017




OS TRAPALHÕES

Vai começar o campeonato. O Diretor de Competições da Federação define o calendário, prepara a tabela dos jogos e sugere a forma de disputa.
As decisões que dizem respeito ao regulamento, no entanto,  são analisadas e discutidas posteriormente através de um foro específico denominado Conselho Arbitral, a quem cabe referendar o documento.
Assim, antes do início de qualquer competição, os participantes se reúnem entre si e com os responsáveis pela federação através deste Conselho Arbitral para discutir detalhes e chegar a um consenso sobre o formato e a regulamentação do certame. Isso não é feito do dia para a noite. Todos têm a sua disposição o tempo necessário para digerir todos os aspectos que cercam a competição que será disputada.
O Conselho Arbitral tem como mediador o presidente da Federação ou alguém legalmente designado por ele e conta com a participação de representantes devidamente autorizados de todos os clubes que participarão do campeonato, dirimindo dúvidas e analisando generalidades como datas, horários, condições dos estádios, inscrição de jogadores e critérios de desempate. 
Esta reunião é realizada para que não venha pairar nenhuma dúvida sobre a compreensão e a operacionalização do torneio.
Tudo tem que ser discutido e todos terão voz para colocar seus posicionamentos inclusive no que diz respeito à logística que os clubes terão que implementar e nas questões financeiras, os mandos de jogo considerando os resultados de cada fase, os cartões zerados ao fim de cada fase (ou não) e outros assuntos que possam gerar uma futura polêmica.  
O correto seria que cada representante de clube analisasse com atenção todas as possibilidades de ocorrências e fizesse as mais variadas simulações para detectar eventuais riscos. Na verdade, esta simulação já deveria ter sido esgotada pelo próprio Diretor de Competições, que durante a reunião do Conselho produziria uma ata enxuta e não sujeita a erros ou remendos.
Infelizmente isto não é o que acontece.
Com base em interpretações pessoais passíveis de posteriores interpretações jurídicas, todo um trabalho de planejamento vai para o ralo.
Isto acontece no Brasil inteiro, em todas as áreas de atuação da justiça, e o futebol maranhense não poderia passar incólume.
O mesmo regulamento considerado impróprio que norteou o Campeonato Maranhense de 2016 foi posto em prática em 2017. Todos leram, concordaram e assinaram, mas a Federação achou por bem mudar a regra do jogo exatamente na fase final, contrariando não apenas o regulamento inicial como também os preceitos da CBF e do bom senso que dizem "nenhuma regra pode ser alterada no decorrer de um certame".
Começou aí uma série de trapalhadas,  pontuadas por liminares autorizando e desautorizando, todas elas tendo como base a lei, porque no nosso país uma mesma lei pode produzir diferentes definições. Um autêntico samba do crioulo doido.
Ocorrências como esta geram a desconfiança de que os luminares do  Conselho Arbitral ao assinarem o regulamento tinham pleno conhecimento das falhas existentes e sabiam perfeitamente onde estavam as brechas para delas se utilizarem no momento preciso.
O Cordino, único finalista que ninguém contesta, já entrou em campo duas vezes para decidir o título contra dois adversários diferentes em duas partidas que não aconteceram e se vê prejudicado com a indefinição pois na verdade não se preocupa apenas com quem será o outro finalista - se Sampaio ou se Moto.
Os jogadores estão perdendo o ritmo de jogo, os torcedores estão perdendo o entusiasmo, a diretoria está perdendo a paciência e o clube está perdendo dinheiro com tanta paralisação e com esta situação esdrúxula.
Insensíveis a tudo isso, a Federação, o Sampaio, o Moto, os juízes dos Tribunais e os advogados transformaram o campeonato de 2017 numa trapalhada de mau gosto cujo desfecho é absolutamente incerto.     
 

quinta-feira, 11 de maio de 2017




PEÇO A VOCÊ    

Peço a você
Que console este meu coração
Já não vivo em paz
Pois novamente fracassei
E pensar noutra desilusão
Eu não posso mais

Meu pranto derramei
Por toda a vida
Tive sonhos dourados de amor
Encontrei flores no meu caminho
No entanto, em cada flor
Morava a solidão
E o canto se transformava
Da flor em espinho

Por isso peço a você
Que me console e me dê seu carinho
Ninguém pode ser feliz sozinho

1978

quarta-feira, 10 de maio de 2017




SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 14/11/2014
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA 

BURT BACHARACH

O Sexta Jazz desta semana vai fugir do jazz convencional e fazer uma incursão no pop orquestral, com a presença marcante do maestro, pianista e compositor Burt Bacharach, que em parceria com o poeta e letrista Hal David modificou o panorama da música de orquestra dos anos 1960 e garantiu o sucesso de uma dezena de cantores, entre os quais Aretha Franklin, Dionne Warwick, The Carpenters e Petula Clark. No programa, músicas de grande sucesso, como "Close To You", "Alfie", "I'll Never Fall In Love Again", "I Say A Little Prayer" e a premiada "Raindrops Keep Fallin' On My Head", vencedora do Oscar de Melhor Música em 1969.


Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini

terça-feira, 9 de maio de 2017







SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 21/08/2015
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

DELFEAYO MARSALIS - MINIONS DOMINIUM  

A história reza que o jazz nasceu em Nova Orleans, uma cidade mágica encravada no litoral da Louisiana. Causa ou consequência, a cidade é o berço de algumas dezenas de músicos inspirados, entre os quais se situa o clã dos Marsalis. Capitaneados pelo pai, o pianista Ellis Marsalis, os filhos Wynton, Jason, Branford e Delfeayo, cada qual tocando um instrumento - trompete, bateria/vibrafone, saxofone e trombone - poderiam formar um grupo de jazz beirando à excelência. O Sexta Jazz desta semana vai mostrar dois deles, o trombonista Delfeayo e o saxofonista Brandford secundados por outros talentosos jazzistas, entre eles o pianista Mulgrew Miller e o baterista Elvin Jones, para apresentar o álbum Minions Dominium, gravado em 2002, trazendo o mais puro hard-bop, que mistura composições do próprio Delfeayo, com standards como Weaver of Dreams e a tradicional Just Squeeze Me, de Duke Ellington. Vale a pena conferir.    

Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini