quarta-feira, 22 de março de 2017





SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 05/02/2016
RADIO UNIVERSIDADE 106,9 Mhz
São Luís-MA

THE PUPPETEERS

O Sexta Jazz desta noite vai mostrar um jazz do século 21, um passo à frente daquele que encerrou o século passado. Como o próprio nome indica, The Puppeteers faz um jazz cênico, com intervenções inusitadas dos seus participantes, explorando inclusive interessantes recursos vocais. O quarteto é composto pelo baterista Jaime Affoumado - americano do Bronx, apesar do nome; pelo baixista Alex Blake - panamenho, apesar do nome; pelo pianista Arturo O'Farrill - mexicano, apesar do nome; e pelo vibrafonista Bill Ware, americano de Nova Jersey, fazendo jus ao nome. As músicas apresentadas foram gravadas em 2014 e são de autoria dos próprios componentes. O jazz apresentado pelo grupo é muito rico e vibrante, revivendo a sonoridade mágica de Chick Corea e Gary Burton, Cecil Taylor e Bobby Hutcherson ou John Lewis e Milt Jackson, tempos atrás. Pode-se dizer que The Puppetters seriam um Modern Jazz Quartet atualizado, e só esta comparação já vale a audiência.

Sexta Jazz, sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini


segunda-feira, 20 de março de 2017






SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 05/12/2014
RADIO UNIVERSIDADE FM 106,9 Mhz
São Luís-MA

DIZZY GILLESPIE MEETS PHIL WOODS QUINTET


O Sexta Jazz desta semana vai mostrar uma sessão antológica colocando juntos o trompetista Dizzy Gillespie e o saxofonista Phil Woods, feita em Amsterdã. Os dois músicos haviam tocado juntos na Holanda em 1956 quando Phil Woods havia sido convidado por Quincy Jones para fazer parte da orquestra de Gillespie numa excursão pela Europa e Oriente Médio. O reencontro marcado por este álbum que será apresentado no programa aconteceu em 1986, exatamente 30 anos depois, e a audição inclui dois clássicos do jazz - "Round Midnight", de Thelonious Monk e "Love For Sale", de Cole Porter - além de duas excelentes criações de Gillespie - "Oon-Ga-Wa" e "Whasidishean".

Sexta Jazz, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini

domingo, 19 de março de 2017






Para ouvir a música clique
https:www.youtube.com/watch?v=rRq1lbtJfro

AS MADRUGADAS

Vou procurando as madrugadas
Não sei por que me enfeiticei
Seguindo a mesma estrada
E o meu consolo é a mentira suave
Que me animou e esperançou
Os meus vinte anos de idade

Vou percorrendo as madrugadas
Lembrança que ficou de tempos atrás
Como um fantasma caminho
E tento esquecer minha rima
E a mocidade que não volta mais
Como um fantasma caminho
E tento esquecer minha rima

E a mocidade que não volta mais

sexta-feira, 17 de março de 2017





A LAVA-JATO CHEGA AOS ESTÁDIOS

Durante os últimos dez anos muito se especulou sobre a falta de lisura que teria conduzido a realização dos Jogos Pan-Americanos, da Copa do Mundo e da Olimpíada no Brasil.
Havia uma desconfiança generalizada principalmente no tocante à execução de obras públicas e dos chamados entornos, com custo bancado ou financiado pelos governos e prefeituras.
Sabe-se que o Pan 2007 gerou um déficit superior a R$23 milhões, embora exista a desculpa que não se tratava de verba pública, pois o COB – Comitê Olímpico Brasileiro admitiu ter sido seu o prejuízo. No caso, no entanto, a prefeitura e o governo também têm parte no déficit por causa de malsucedidas parcerias público-privadas que não deram certo.
A Olimpíada custou a bagatela de R$40 bilhões, mas talvez por ter sido tão recente ainda não foi iniciada nenhuma investigação mais profunda sobre o gerenciamento do dinheiro.
A Copa do Mundo, porém, já é objeto de uma investigação que busca saber entre outras coisas como foram efetivamente utilizados os R$8,3 bilhões na construção ou reforma dos estádios, pois afinal o poder público bancou 97% das despesas.
Finalmente está sendo levantado o pano preto que escondia toda a patifaria engendrada por políticos, empresários e dirigentes esportivos para desviar milhões dos cofres públicos usando como pretexto a realização da Copa.
De norte a sul, todos os estádios construídos ou reformados para o torneio estão sob suspeição de escândalo, e aos poucos a caixa preta vai sendo aberta, mostrando detalhes dos artifícios utilizados para o enriquecimento ilícito de centenas de larápios.
Nos últimos tempos, todos os negócios que envolvem obras licitadas pelo poder público ou que tenha a sua participação por meio de aval, consórcio, empréstimo oficial ou interferência do governo em todos os níveis são objeto de desconfiança pública.
A roubalheira atingiu a tal ponto que os ladrões perderam a vergonha e agem praticamente às claras, na expectativa de que tudo passe em brancas nuvens.  
As nuvens, no entanto, já ficaram escuras e prenunciam chuvas e trovoadas.
Qualquer análise mais ou menos profunda sobre a necessidade, o custo e a qualidade das obras já deixa evidente que existia algo de muito podre na história.
A começar pelo Maracanã, que foi totalmente desfigurado e literalmente posto abaixo para a construção de um outro estádio sem que fosse preciso. Ajustes pontuais seriam mais do que suficientes para dar à “arena” as condições de uso exigidas pela Fifa. O Tribunal de Contas vê superfaturamento na reforma do estádio e o Ministério Público quer a devolução de 200 milhões de reais, que escorregaram para o bolso de muita gente do governo e fora dele.
Em São Paulo, o chamado “Itaquerão” também está sendo devidamente investigado. A exemplo do Maracanã fica evidente a inutilidade da sua construção, pois com pouco mais de 25% do que foi gasto o Morumbi, já existente, estaria perfeitamente adequado aos chamados “padrões Fifa”.
Aqui, porém, o tiro pode ter saído pela culatra, pois o Corinthians, beneficiado pela obra, está agora endividado até o pescoço e terá que desembolsar R$3 milhões por mês durante os próximos vinte anos (um verdadeiro presente de grego nascido de um acordo costurado pelo então presidente da República, levando a crer que o clube daria um jeito de passar o calote). 
É escusado a gente passar a peneira fina sobre os outros doze estádios.
Todos têm o mesmo problema de superfaturamento e estão sendo investigados. Alguns deles se prestaram a servir de palco a uns poucos jogos e agora se encontram à mercê de uma manutenção cara e inexistente, pois são localizados em centros onde o futebol é pouco desenvolvido.
Já estava mesmo na hora da Operação Lava-Jato passar o futebol a limpo.
Há muita água suja correndo pela canalização do esporte brasileiro.
   

(Artigo publicado no caderno de Esportes do jornal O Imparcial de 17/03/2017)





quinta-feira, 16 de março de 2017




THE TWO OF US

Our tongues entwined
entangled
enchanted like Indian snakes

Our hands embraced
enslaved
enraged like two lions in a cage

Our minds enraptured
enchased
engulfed like winds in turmoil

Our lives enhanced
enkindled
emblazed like bowls of flame

Our souls enlaced
enclosed
enlightened like sacred candles

Two of us makes one
and
Each of us makes two

You and me are we
and
We together are one


Dec 2016

quarta-feira, 15 de março de 2017





SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 04/09/2015
RADIO UNIVERSIDADE FM 106,9 Mhz
São Luís-MA

DANI & DÉBORA GURGEL QUARTETO  

O Lençóis Jazz & Blues Festival já está consolidado no Maranhão - Barreirinhas e São Luís -  como um evento marcante. Para lançar oficialmente a sua sexta edição, a produção apresentou na última quinta-feira no Teatro Arthur Azevedo, entre outros, o Quarteto Dani & Débora Gurgel. O brilhantismo do espetáculo motiva o Sexta Jazz desta semana a apresentar um programa especial mostrando o trabalho destas musicistas que trilham caminhos individuais como instrumentistas e compositoras e também de apresentam juntas no quarteto. Dani é cantora e compositora, mas também tem trabalhos de saxofonista na banda de Roberto Sion e no grupo de apoio ao Zimbo Trio. Eclética, traduz com a voz tanto a essência do jazz contemporâneo como o gingado da música brasileira autêntica. Débora é pianista, flautista, compositora e arranjadora, e tem uma carreira com intensos trabalhos ao lado dos principais músicos da música instrumental brasileira, como Raul de Souza, Nico Assumpção, Arismar do Espírito Santo e Zimbo Trio, exercendo no quarteto uma liderança inegável. Os ouvintes do Sexta Jazz estão convidados a participar do programa, que trará também Tutuca Viana, criador do Festival, dando maiores detalhes sobre o evento.

Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini





DOIS DE NÓS
Nossas línguas entrelaçadas
enredadas
encantadas como duas serpentes indianas

Nossas mãos abraçadas
subjugadas
enraivecidas como dois leões numa jaula

Nossas mentes extasiadas
enfeitadas
engolfadas como ventos em desordem

Nossas vidas realçadas
inflamadas
incendiadas como bandejas do fogo

Nossas almas enlaçadas
fechadas
alumiadas como velas sagradas

Dois de nós significa um
e
Cada um de nós significa dois

Você e eu somos dois
e
Nós dois juntos somos um


Dez 2016

segunda-feira, 13 de março de 2017






SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 19/02/2016
RADIO UNIVERSIDADE FM 106.9 Mhz
São Luís-MA

BEN WEBSTER
Ben Webster é um dos três sax-tenoristas mais importantes da Era de Ouro do jazz, ao lado de Coleman Hawkins e Lester Young. A eles o jazz deve muito da sonoridade que o instrumento ganhou a partir dos anos 1950. Egresso da escola de Kansas City, onde dividiu espaço com músicos como Count Basie e Bennie Moten, Webster se evidenciou como um dos pilares da orquestra de Duke Ellington, onde elaborou o seu sopro sob influência do sax-alto de Johnny Hodges. Um estilista no instrumento, Ben Webster dividia o sentimento com que interpretava as baladas com alguns momentos rascantes, sendo por isso apelidado pelos músicos com quem conviveu como "The Brute" (o bruto - pela aspereza de algumas notas) ou "The Frog" (a rã - pelo coaxar do seu sax). As gravações do programa desta sexta-feira foram todas feitas entre 1953 e 1959, quando Ben Webster se encontrava no melhor da sua forma, e incluem canções como "Cotton Tail" (Ellington), "Tenderly" (Gross-Lawrence), "Time After Time" (Styne-Cahn) e "Chelsea Bridge" (Strayhorn).
  
Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini


sábado, 11 de março de 2017




UMA PEQUENA HISTÓRIA BÍBLICA

Efraim era o criado favorito de um bem sucedido negociante chamado Salatiel, que morava numa aldeia próxima ao Monte Ebal, ao norte de Nablus, um dos centros principais do Reino de Jerusalém. Ele se tornara o criado favorito por ter sempre agido com ética e retidão, exercendo o seu trabalho com zelo e respeito, qualidades dedicadas às funções que lhe eram atribuídas.
Cumpria fielmente seus deveres de empregado, tanto ao cuidar do rebanho de cabras quanto ao zelar pelas videiras. 
Salatiel era um homem muito rico e muito justo, e buscava tratar todas as pessoas com as quais convivia – criados, parentes, clientes e outros comerciantes – com muito respeito e consideração.
Certo dia, Salatiel chamou Efraim e lhe confiou o seu cofre, pois iria se ausentar por algumas semanas e queria ter certeza de que seu patrimônio estaria bem cuidado.
Efraim garantiu ao patrão que zelaria pelo tesouro como se zelasse pela própria vida, e Salatiel partiu confiante em que faria bons negócios nas cidades para onde estava indo e que o seu dinheiro estava em boas mãos.
Na verdade, Salatiel havia escondido a maior parte da sua fortuna numa caverna onde só ele conhecia a localização. Deixara com Efraim apenas um cofre contendo 100 moedas de ouro e muitas pedras como lastro, e o que fazia de fato era apenas um teste de fidelidade, pois realmente não havia a menor necessidade de que um criado tivesse que guardar o seu tesouro.
Por ser o favorito do comerciante, Efraim era constante objeto da inveja do restante da criadagem, e assim que o patrão desapareceu no horizonte, Azarias, que mantinha uma certa liderança sobre os outros criados, maquinou uma história para deslustrar a imagem do favorito aos olhos de Salatiel e se colocar no lugar dele.
Mesmo sem saber o valor contido no cofre, ele resolveu denunciar ao patrão quando da sua volta que Efraim havia aberto o cofre e surrupiado algumas moedas.
Assim resolveu e assim o fez.
Quando Salatiel voltou, foi informado por Azarias e pelos outros criados que Efraim havia traído a sua confiança, aberto o cofre e roubado algumas moedas. E os outros criados foram além, dizendo ao chefe que da próxima vez em que ele se ausentasse, era em Azarias que Salatiel devia confiar, pois Efraim não se mostrara digno de tal confiança.
Desgostoso com o problema, pois depositava inteira confiança em Efraim, Salatiel decidiu averiguar. Primeiro, abriu o cofre e contou as moedas. Ficou satisfeito com o que viu e sentiu um grande alívio por saber que seu julgamento sobre Efraim era justo e correto. O cofre continha as exatas 100 moedas de ouro.
Ao mesmo tempo Salatiel ficou triste por saber que a sua casa abrigava víboras como Azarias e pensou na melhor maneira de puni-lo.
Como não era um homem violento e como, na verdade, seu patrimônio não havia sido lesado, Salatiel decidiu que faria apenas um breve discurso e levaria Azarias à execração junto à comunidade.
Reuniu a criadagem, relatou o fato e declarou que sob o seu teto só poderiam ficar aqueles que tivessem a alma pura e bons propósitos. Acusações infundadas e a disseminação da discórdia entre irmãos eram atos do demônio e isto não poderia ser tolerado.
Finalizou dizendo: “Quem inventa maldades a respeito do seu próximo, denunciando que ele esteja fazendo mal feitos, demonstra um caráter mesquinho. Quem espalha notícias sem comprovação da sua veracidade é porque tem na sua mente a mesma sujeira que perpetrou para incriminar um inocente. Nunca acreditei que Efraim fosse capaz de me trair ou de agir com improbidade, mas agora passo a acreditar que, no seu lugar Azarias teria agido sem retidão, pois sua cabeça é capaz de conceber tal vilania. Que este exemplo sirva de lição a todos os que, por motivo de inveja, procuram se elevar em detrimento de outros. Agindo com nobreza e dignidade, todos terão a sua vez, mas usando a língua viperina e atitudes escusas estarão se afastando da credibilidade e de Deus”.

31.12.2013

sexta-feira, 10 de março de 2017




LAMENTÁVEL


O futebol do Rio de Janeiro tenta sobreviver num estado onde as mazelas se acumulam, tornando cada dia mais difícil a vida dos cidadãos e das instituições.
Como diz o ditado popular, muito faz quem não atrapalha, mas este bom senso parece passar ao largo das considerações do Ministério Público Estadual, que aparentemente sem outras preocupações mais sérias resolveu interferir nos jogos finais da Taça Guanabara, “em nome da segurança”, no que, aliás, é imitado pelos seus congêneres de outros estados.
Eu me pergunto que segurança é essa que permite a existência de um estado criminoso paralelo que, entre outras coisas, se acha no direito de proibir pessoas de adentrar certas áreas e até de matá-las quando assim o decidem.
O Ministério Público e a Segurança Pública melhor fariam se se dedicassem ao problema da criminalidade que assola um estado já assolado por uma administração bandida que desvia o dinheiro público para a sua farra particular, deixando funcionários e instituições à mercê do Deus querer.
Mas o Ministério Público prefere “garantir a integridade do torcedor” ao exigir torcida única nos clássicos, ou pior ainda, ao exigir clássicos realizados com os portões fechados.
Esta implicância com o futebol é incompreensível numa terra onde a bandidagem corre solta lá no morro e aqui no asfalto, como diria um sambista das antigas.
Se o problema for apenas mostrar serviço, é muito mais fácil controlar 30 mil pessoas dentro ou nos arredores dos estádios num domingo à tarde do que milhões de pessoas espalhadas pelos diversos pontos da cidade em uma semana de Carnaval.
Uma briga de torcedores é prontamente divulgada pela televisão e será objeto de intenso noticiário nas páginas dos jornais dos dias seguintes, mas as centenas de ocorrências nos dias de folia passam batidas, o que deve levar o Ministério Público a tratar o futebol estrategicamente como uma guerra e deixar o Carnaval para o reino da fantasia.    
Estupidamente, eles fingem não entender que os clubes precisam dos torcedores para que o entretenimento esportivo seja um sucesso e para que os patrocinadores sintam que estão colocando o seu dinheiro numa mercadoria que vale a pena.
Os clubes têm que arcar com despesas altíssimas com a manutenção de um plantel cujos salários estão muito acima dos que são pagos em qualquer outro tipo de empresa, além dos custos com os centros de treinamento, departamento médico, viagens e concentrações.
A falta de um palco adequado para a realização dos jogos mais importantes já é um problema, porque o Estádio do Maracanã, uma espécie de herança sem dono, ainda não tem condições de abrigar jogos devido a irregularidades encontradas.
O único clube no Rio que tem um estádio à altura é o Botafogo, que herdou o Engenhão – hoje Estádio Nilton Santos – do espólio dos Jogos Pan-Americanos de 2007. O estádio pode abrigar cerca de 47 mil pessoas e fica relativamente perto do centro do Rio, algo como 13 km.
Com a impossibilidade de uso do Engenhão, que exige a autorização do Botafogo, resta encarar 125 km até Volta Redonda e jogar no Estádio Raulino de Oliveira onde cabem 18 mil. As eternas desavenças entre os clubes, em especial o Flamengo, com o Vasco da Gama impedem a utilização do vetusto Estádio de São Januário, construído em 1927, onde poderiam se acomodar mais de 20 mil torcedores.           
Mas não é só de Ministério Público que vive a insanidade do futebol brasileiro.
O técnico da seleção, Aldenor Norberto Bachi, que todos conhecem por Tite, tem por exigência profissional a tarefa de assistir a diversos jogos entre os grandes clubes do Brasil a fim de observar jogadores e manter um arquivo de selecionáveis.
O senhor Bachi foi flagrado assistindo ao jogo Corinthians x Santos na arena Corinthians, no camarote do Corinthians, festejando alegremente o gol corintiano como um torcedor comum.
Mas ele não é um torcedor comum e assim procedendo quebra um protocolo, rasga a liturgia e perde a credibilidade com os torcedores dos outros clubes.
Lamentável.
    


(Artigo publicado no caderno de esportes do jornal O Imparcial de 10/03/2017)