sábado, 13 de maio de 2017




OS TRAPALHÕES

Vai começar o campeonato. O Diretor de Competições da Federação define o calendário, prepara a tabela dos jogos e sugere a forma de disputa.
As decisões que dizem respeito ao regulamento, no entanto,  são analisadas e discutidas posteriormente através de um foro específico denominado Conselho Arbitral, a quem cabe referendar o documento.
Assim, antes do início de qualquer competição, os participantes se reúnem entre si e com os responsáveis pela federação através deste Conselho Arbitral para discutir detalhes e chegar a um consenso sobre o formato e a regulamentação do certame. Isso não é feito do dia para a noite. Todos têm a sua disposição o tempo necessário para digerir todos os aspectos que cercam a competição que será disputada.
O Conselho Arbitral tem como mediador o presidente da Federação ou alguém legalmente designado por ele e conta com a participação de representantes devidamente autorizados de todos os clubes que participarão do campeonato, dirimindo dúvidas e analisando generalidades como datas, horários, condições dos estádios, inscrição de jogadores e critérios de desempate. 
Esta reunião é realizada para que não venha pairar nenhuma dúvida sobre a compreensão e a operacionalização do torneio.
Tudo tem que ser discutido e todos terão voz para colocar seus posicionamentos inclusive no que diz respeito à logística que os clubes terão que implementar e nas questões financeiras, os mandos de jogo considerando os resultados de cada fase, os cartões zerados ao fim de cada fase (ou não) e outros assuntos que possam gerar uma futura polêmica.  
O correto seria que cada representante de clube analisasse com atenção todas as possibilidades de ocorrências e fizesse as mais variadas simulações para detectar eventuais riscos. Na verdade, esta simulação já deveria ter sido esgotada pelo próprio Diretor de Competições, que durante a reunião do Conselho produziria uma ata enxuta e não sujeita a erros ou remendos.
Infelizmente isto não é o que acontece.
Com base em interpretações pessoais passíveis de posteriores interpretações jurídicas, todo um trabalho de planejamento vai para o ralo.
Isto acontece no Brasil inteiro, em todas as áreas de atuação da justiça, e o futebol maranhense não poderia passar incólume.
O mesmo regulamento considerado impróprio que norteou o Campeonato Maranhense de 2016 foi posto em prática em 2017. Todos leram, concordaram e assinaram, mas a Federação achou por bem mudar a regra do jogo exatamente na fase final, contrariando não apenas o regulamento inicial como também os preceitos da CBF e do bom senso que dizem "nenhuma regra pode ser alterada no decorrer de um certame".
Começou aí uma série de trapalhadas,  pontuadas por liminares autorizando e desautorizando, todas elas tendo como base a lei, porque no nosso país uma mesma lei pode produzir diferentes definições. Um autêntico samba do crioulo doido.
Ocorrências como esta geram a desconfiança de que os luminares do  Conselho Arbitral ao assinarem o regulamento tinham pleno conhecimento das falhas existentes e sabiam perfeitamente onde estavam as brechas para delas se utilizarem no momento preciso.
O Cordino, único finalista que ninguém contesta, já entrou em campo duas vezes para decidir o título contra dois adversários diferentes em duas partidas que não aconteceram e se vê prejudicado com a indefinição pois na verdade não se preocupa apenas com quem será o outro finalista - se Sampaio ou se Moto.
Os jogadores estão perdendo o ritmo de jogo, os torcedores estão perdendo o entusiasmo, a diretoria está perdendo a paciência e o clube está perdendo dinheiro com tanta paralisação e com esta situação esdrúxula.
Insensíveis a tudo isso, a Federação, o Sampaio, o Moto, os juízes dos Tribunais e os advogados transformaram o campeonato de 2017 numa trapalhada de mau gosto cujo desfecho é absolutamente incerto.     
 

quinta-feira, 11 de maio de 2017




PEÇO A VOCÊ    

Peço a você
Que console este meu coração
Já não vivo em paz
Pois novamente fracassei
E pensar noutra desilusão
Eu não posso mais

Meu pranto derramei
Por toda a vida
Tive sonhos dourados de amor
Encontrei flores no meu caminho
No entanto, em cada flor
Morava a solidão
E o canto se transformava
Da flor em espinho

Por isso peço a você
Que me console e me dê seu carinho
Ninguém pode ser feliz sozinho

1978

quarta-feira, 10 de maio de 2017




SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 14/11/2014
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA 

BURT BACHARACH

O Sexta Jazz desta semana vai fugir do jazz convencional e fazer uma incursão no pop orquestral, com a presença marcante do maestro, pianista e compositor Burt Bacharach, que em parceria com o poeta e letrista Hal David modificou o panorama da música de orquestra dos anos 1960 e garantiu o sucesso de uma dezena de cantores, entre os quais Aretha Franklin, Dionne Warwick, The Carpenters e Petula Clark. No programa, músicas de grande sucesso, como "Close To You", "Alfie", "I'll Never Fall In Love Again", "I Say A Little Prayer" e a premiada "Raindrops Keep Fallin' On My Head", vencedora do Oscar de Melhor Música em 1969.


Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini

terça-feira, 9 de maio de 2017







SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 21/08/2015
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

DELFEAYO MARSALIS - MINIONS DOMINIUM  

A história reza que o jazz nasceu em Nova Orleans, uma cidade mágica encravada no litoral da Louisiana. Causa ou consequência, a cidade é o berço de algumas dezenas de músicos inspirados, entre os quais se situa o clã dos Marsalis. Capitaneados pelo pai, o pianista Ellis Marsalis, os filhos Wynton, Jason, Branford e Delfeayo, cada qual tocando um instrumento - trompete, bateria/vibrafone, saxofone e trombone - poderiam formar um grupo de jazz beirando à excelência. O Sexta Jazz desta semana vai mostrar dois deles, o trombonista Delfeayo e o saxofonista Brandford secundados por outros talentosos jazzistas, entre eles o pianista Mulgrew Miller e o baterista Elvin Jones, para apresentar o álbum Minions Dominium, gravado em 2002, trazendo o mais puro hard-bop, que mistura composições do próprio Delfeayo, com standards como Weaver of Dreams e a tradicional Just Squeeze Me, de Duke Ellington. Vale a pena conferir.    

Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini


sábado, 6 de maio de 2017



A MARCA DO CRAQUE

O jogador Cristiano Ronaldo é atualmente a bola da vez. 
Na verdade, desde que Messi perdeu rendimento e deixou de ser o encantador de plateias, e na medida em que Neymar e Ibrahimovic ainda não convenceram o crítico internacional que têm futebol para fazer parte da elite dos craques, o português vem ganhando adeptos.
Com um futebol que passa longe da magia e da arte, Cristiano Ronaldo é um rei em eficiência e um mestre em alcançar resultados. Dele talvez não se possa esperar jogadas encantadoras de emocionar torcedores e críticos, mas pode sim ser esperada uma margem de erro próxima do zero.
Não é à toa que o chamado CR7 já assinalou 595 gols desde que se profissionalizou em 2002, entre eles 5 pelo Sporting, 11 pela seleção portuguesa, 118 pelo Manchester United e 400 pelo Real Madrid, sendo os 6 últimos resultados de dois "hat-tricks" (nome que se dá a três gols marcados pelo mesmo jogador em uma única partida) pela Champions League, nada menos do que contra Bayern Munich e Atlético de Madrid.
Na média de gols por partida, Cristiano Ronaldo (0,7) perde para Lionel Messi (0.8) mas vem mantendo ultimamente uma regularidade maior do que o argentino, de modo que não será difícil haver uma inversão se Messi, apesar de ser mais novo que o português começar a cair fisicamente.
É que o português é dono de um preparo físico invejável, o que o diferencia de grandes craques que não suportaram as exigências do futebol competitivo e começaram a naufragar com o passar do tempo - vide Ronaldo "o Fenômeno", Ronaldinho Gaúcho e o próprio Messi, só pra citar alguns contemporâneos.
O grande problema de Cristiano Ronaldo é ele ter nascido português e portanto defender uma seleção que raramente chega a protagonizar algum papel de relevância na ordem mundial do futebol. Fosse ele nativo de um país mais competitivo, sem dúvida seus números seriam melhores. 
Cristiano Ronaldo ganhou quatro vezes o Prêmio Fifa como o melhor jogador do mundo contra cinco de Messi, mas pode empatar este ano.  Os dois são os grandes ganhadores do século e foram os escolhidos nos últimos nove anos, desde 2008 . Os outros ganhadores foram Ronaldinho e Zidane (duas vezes), Kaká, Cannavaro, Ronaldo e Figo.
Sempre se discutiu se o melhor jogador deveria ser escolhido pela técnica, pela habilidade, pelas conquistas ou pela eficiência, e me parece que o ideal é que seja feito um apanhado de tudo isso não só para o Prêmio Fifa como também para se manter no imaginário popular.
O passado nos presenteou com muitos craques como Di Stéfano, Puskas, Garrincha, Pelé, Eusébio, Bobby Charlton, Cruijff, Platini, Beckenbauer e Maradona, mas para quem o viu jogar Pelé foi o maior de todos eles, pois executava todas as funções com perfeição - driblava com e sem a bola, chutava com os dois pés, cabeceava com precisão, tinha passes precisos, marcava e defendia com eficiência e possuía uma velocidade de arranque com a bola nos pés difícil de ser acompanhada pelos defensores. Além do mais fazia gols belíssimos.
No seu livro "Tempos vividos, sonhados e perdidos", Tostão - companheiro de Pelé no tricampeonato de 1970 - mostra, numa citação do ensaísta e professor de Literatura José Miguel Wisnick, o seu verdadeiro fascínio pelo ex-companheiro: "Pelé parece funcionar numa frequência diferente da dos demais jogadores, como se ele tivesse mais tempo para pensar e ver o que se passa, assistindo na cabeça  e em câmera lenta ao mesmo jogo do qual está participando em alta velocidade - enquanto outros, em torno dele, parecem estar, tantas vezes, assistindo ao jogo em altíssima velocidade e jogando em câmera lenta". 
Tostão continua, dizendo que "um craque como Pelé antevê o lance e o executa antes de pensar. Ele sabe, mas não sabe que sabe".
Não, prezado leitor, não estou comparando Cristiano Ronaldo a Pelé. Estou apenas lembrando que as discussões sobre "quem foi melhor" se estendem desde Garrincha vs Pelé, Pelé vs Maradona, Romário vs Ronaldo, e não vão acabar com CR7 vs Messi.
E que assim continue, para o bem do futebol.   
  
 
 
 

quinta-feira, 4 de maio de 2017





SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 13/03/2015
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

DIANA KRALL

Diana Krall é uma cantora e pianista canadense que tem modificado a cara do jazz nos últimos trinta anos, fazendo um trabalho bastante jazzístico ao qual acrescenta uma malícia pop e muita sensualidade. Diferentemente das divas do jazz, Diana Krall canta de uma forma introspectiva e quase não utiliza os recursos vocais típicos dos cantores de jazz. Diana já está com cinqüenta anos de idade, mas sua música ainda mostra características de jazz para adolescentes, tal a leveza com a qual ela canta e toca piano. O álbum apresentado no programa desta sexta-feira se chama The Look Of Love e foi agraciado com o prêmio Grammy em 2001, tendo embutida uma consistente latinidade que se evidencia através de uma forte pegada de bossa nova e muito lirismo, contando inclusive com a participação de músicos brasileiros, como Dori Caymmi, Paulinho da Costa e Romero Lubambo. 

Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini


terça-feira, 2 de maio de 2017





SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 13/02/2015
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

AIRMEN OF NOTE - THE UNITED STATES AIR FORCE BAND

Alguns anos depois de terminada a Segunda Guerra Mundial, seguindo os passos das orquestras de Glenn Miller e Artie Shaw que participaram ativamente do conflito usando a música como arma, a Força Aérea Americana resolveu manter esta tradição e formou a banda Airmen of Note - que significa literalmente Homens da Aeronáutica de Alta Reputação. A banda é composta por músicos militares, muitos deles com uma inestimável folha de serviços prestadas ao mundo do jazz. O programa mostra a trajetória da Airmen of Note com diversas formações diferentes, apresentando trabalhos que vão de 1953 até 2007, sempre com muita competência. Em 2010 a banda lançou o CD que será apresentado neste programa para celebrar 60 anos de atividades, no qual mescla sucessos de compositores famosos, como Count Basie, Chick Corea e Bronislaw Kaper com composições dos próprios oficiais.    

Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini


segunda-feira, 1 de maio de 2017





Um pouco de "nonsense

ABRACADABRA... PUFF !!!

Tinha dinheiro, mas eis que de repente
Minha polpuda carteira fica vaga
Pensando bem, é bem melhor pra gente
Se fazer de pão-duro diariamente
E não gastar dinheiro feito água

Mas os amigos, ah vêm os amigos
Que, sabedores da nossa poupança
Nos consideram santo salvador
E se aproximaram cheios de esperança
Pedem um pequeno empréstimo, “por favor”!

O bolso então aos poucos esvazia
E os juros da poupança vão pro ralo
E na devolução, conforme o caso
Se o empréstimo foi feito a bolso raso
Vêm náuseas naturais, vem pressão alta

Mas felizmente isso não é comigo
Graças aos céus algum provento tenho
O que faz da devolução simples rotina
Mesmo pensando no quanto eu não retenho

De quem me salva eu sou também amigo
E para os meus devoto um forte empenho
Pra nunca ser chamado de sovina
Pra nunca ser cobrado numa esquina


sexta-feira, 28 de abril de 2017





E O OSCAR VAI PARA...

O que a arte e o esporte têm em comum?
Bem, em primeiro lugar é necessário que os protagonistas de ambas as atividades tenham a necessária habilidade para executá-las nas suas respectivas apresentações. Atletas e artistas já nascem com o talento formatado, necessitando apenas aprimorar as suas habilidades para serem merecedores do aplauso e reconhecimento do público.
Isto porque em ambos os casos a atuação dos protagonistas - artistas e atletas - prevê a participação do público, cuja quantidade e vibração  pode variar de acordo com o espetáculo  proposto.
Poucas vezes nós temos a oportunidade de assistir a artistas do palco, da tela e da música exercitarem a sua porção atleta. Isso apenas acontece em peladas descontraídas, geralmente beneficentes, gerando muita animação e hilaridade - uma espécie de casado vs solteiro etílico-esportivo-musical , do tipo "Amigos de Romário vs Amigos de Djavan".  Boleiros e músicos sempre se deram muito bem, e quando se juntam existe a certeza de que vai rolar muita diversão.
O esporte - em especial o futebol - tem revelado ao Brasil e ao mundo o quanto o espectador ganhou ao ver atletas executando o papel de atletas. E artistas executando o papel de artistas. 
Quando as coisas ameaçam ser invertidas,  o resultado artístico ou esportivo passa por severas restrições.
Mas há jogadores tão histriônicos que mereciam ser artistas performáticos.
Apesar das regras do esporte preverem e proibirem encenações que visam ludibriar a arbitragem, a cada dia e a cada jogo a pantomima se multiplica em diversos campos de futebol do mundo. 
Essa pantomima está sendo encenada no momento errado, bem quando os estádios - e de resto as ruas, os supermercados, os bancos e até os cemitérios -  estão equipados com câmeras espiãs de todos os tipos, tamanhos e versatilidades, mostrando detalhes da encenação sob diferentes ângulos.
Além do mais, os tribunais esportivos estão armados de uma legislação que lhes permite punir à distância e sem necessidade de flagrante. O juiz ou o auditor simplesmente se senta confortavelmente no seu gabinete com ar condicionado, café e água gelada e dispara os dedos no controle remoto do equipamento que tem à sua disposição para perscrutar detalhes da performance do jogador-ator no último final de semana dentro de uma tela em cinemascope para perceber que a encenação está chegando às raias do ridículo.
Um jogador é empurrado na altura do peito e vai ao chão com as duas mãos no rosto como se tivesse levado um tiro. Ou entra velozmente na grande área, perde o controle ou o tempo da bola e mergulha como se estivesse caindo numa piscina, na esperança que o juiz assinale uma penalidade pixotesca. Às vezes cola.
Outro dia a televisão mostrou a imagem de um técnico à beira do gramado que teve um aviãozinho de papel roçando a sua calva proeminente e caindo ao solo como se tivesse recebido uma martelada.
Mas nem só de simulações vive o esporte.
As câmeras indiscretas estão flagrando lances ocorridos longe da disputa da jogada, às vezes na outra metade do campo, com jogadores atingindo deslealmente os tornozelos  ou praticando golpes de pugilismo nos flancos dos adversários, longe da atenção do árbitro, dos assistentes ou do quarto árbitro, que estão fixados na jogada onde a bola está sendo disputada.  
Esses registros todos, além de valerem uma bela suspensão em alguns jogos ou mesmo a punição de pagamento de multa ou entrega de cestas básicas - o que acaba sendo inócuo sob o ponto de vista esportivo, considerando os altos salários recebidos pelos atletas-atores - deveriam ser catalogados e mostrados ao final de cada ano numa festa especial, onde um júri insuspeito daria o Prêmio Cara de Pau para a performance mais canalha e despropositada. Com direito a vaias generalizadas em vez de aplausos.
    
 
  






SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 12/12/2014
RADIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

Disco: FATS DOMINO - BLUEBERRY HILL

Vindos da mesma raiz - o blues do final do século 19 - jazz, boogie-woogie, blues contemporâneo, rhythm & blues, rock-a-billy e todas as vertentes do rock and roll se confundem. Um dos principais expoentes da vertente que originou o rock and roll foi o pianista, cantor e compositor Fats Domino, que dominou a cena do estilo black-pop na segunda metade do século 20 e continua na ativa, apesar dos seus 86 anos de idade. Fats Domino apresenta no Sexta Jazz desta sexta-feira algumas das suas criações de maior sucesso, como Blueberry Hill, Ain't That a Shame e Whole Lotta Lovin'.


Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini