quinta-feira, 8 de abril de 2021

 


AS CORES DO SWING
           (Livro de Augusto Pellegrini)

BANDLEADERS E DISCOGRAFIA


JAY MC SHANN (1916-2006) 

Nome completo – James Columbus McShann

Nascimento – Muskogee-Oklahoma-EUA

Falecimento – Kansas City-Missouri-EUA

Instrumento – piano e cantor

 

Comentário – Jay McShann, também conhecido pelo apelido de Hootie, era um pianista autodidata que teve como modelo o também pianista Earl “Fatha” Hines, especialista em ragtime, blues e no estilo pianístico denominado stride. McShann costumava executar um tipo de piano-blues mais voltado para o solo, mas aos poucos foi se acostumando com um novo som orquestral vindo do vizinho estado de Kansas, embrião daquilo que no futuro ganharia o nome de swing. Jay McShann começou a se apresentar profissionalmente em 1931, viajando pelos estados de Oklahoma e Arkansas ao lado do saxofonista Don Byas. Em 1936 ele se mudou para Kansas City, onde formou inicialmente um trio com o trompetista Oliver Todd e o baterista Elmer Hopkins, depois outro trio com o saxofonista Buster Smith e o trompetista Dee Stewart, até que conseguiu montar a sua primeira orquestra, na verdade um octeto, contratando entre outros um jovem saxofonista que se notabilizaria como um gênio do instrumento – Charlie Parker. McShann e sua orquestra foram brilhar em Nova York em 1942, alcançando um grande sucesso, mas os problemas com a Segunda Guerra Mundial começaram a inviabilizar as grandes bandas e ele resolveu então parar as suas atividades e se alistar no exército americano. Quando retornou da Europa e tentou o recomeço, McShann não conseguiu repetir o sucesso anterior como bandleader e voltou a se dedicar ao piano, desta vez com uma sonoridade estilo Count Basie, formando um pequeno grupo de blues, do qual fazia parte o cantor James Witherspoon.  Nos vinte anos seguintes, Jay McShann enfrentou um período de relativa obscuridade dentro do show business, até que em 1969, ele retornou ao spotlight cantando blues e swing, mantendo-se em atividade até o final dos anos 1990 e completando cerca de sessenta anos de apresentações, vindo a falecer aos noventa anos de idade.

 

Algumas gravações 

All Of Me (Seymour Simons-Gerald Marks)

Confessin’ The Blues (Jay McShann-Walter Brown)

Gee Baby, Ain’t I Good To You? (Don Redman-Andy Razaf)

Get Me On Your Mind (Pete Johnson)

Hold’Em Hootie (Jay McShann)

Hootie Blues (Jay McShann-Charlie Parker)

I’ve Found A New Baby (Jack Palmer-Spencer Williams)

Just Squeeze Me (But Don’t Tease Me) (Duke Ellington-Leo Gaines)

Kansas City (Little Willie Littlefield)

Lullaby Of Birdland (George Shearing-George David Weiss)

McShann Bounce (Jay McShann)

Moten Swing (Bennie Moten-Buster Moten)

So You Won’t Jump (Jay McShann-Gene Ramey)

Swingmatism (Jay McShann-William Scott)

What A Wonderful World (Bob Thiele-George David Weiss)

When I’ve Been Drinking (Numa Lee Davis)

 

quarta-feira, 7 de abril de 2021

 


NOVOCABULÁRIO INGLÊS

(Copyright FluentU) 

(ver tradução após o texto)

 

WHIPPERSNAPPER 

Originally a WHIPPERSNAPPER would be somebody who snaps a whipper, but back in the 17th century it was a mixture of two terms: “whipper” referred to a lazy person with no ambitions, and “snapper” was used for young people who lived on the street and did bad things, like stealing and tricking people. This meaning has changed again over the years, and today it’s used for a person who is too confident and perhaps a little cheeky. It’s a perfect word for a child who just can’t stop questioning and correcting their parents.

  

            Mother: “Come here, please”
             Child: “No, I’m busy”
            Mother: “I asked you to please come here”
             Child: “No. Dad said when people are busy you shouldn’t disturb them. So please leave me alone!”
             Mother: “Well, you little whippersnapper…!”

           

                       TRADUÇÃO

 

METIDO A BESTA

Originalmente, WHIPPERSNAPPER seria alguém que estala (“snaps”) um chicote (“whip”), mas já no século 17 ele era uma mistura de dois termos da época: WHIPPER se referia a uma pessoa preguiçosa e sem ambições, e SNAPPER se referia a adolescentes que viviam nas ruas cometendo pequenos delitos, como roubo e vigarice. Ao longo dos anos, o termo mudou novamente e agora é usado para definir uma pessoa que age de forma insolente. É a palavra perfeita para uma criança que vive questionando e corrigindo os pais.   

 

Mãe: “Venha aqui, por favor”
             Criança: “Estou ocupado”
             Mãe: “Eu disse para você vir aqui”
            Criança: “Não. Meu pai falou que não se deve perturbar as pessoas que estão ocupadas. Então, me deixe em paz”
             Mãe: “Escute aqui, seu malcriado!...

 

 


SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 30/12/2016 e 14/10/2018
RÁDIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

SYLVIA TELLES
AMOR DE GENTE MOÇA

Sylvia Telles representa a alma da bossa nova mesmo antes de o estilo ser oficialmente reconhecido através do violão de João Gilberto. Quando a bossa nova explodiu nas praias e nos apartamentos da Zona Sul do Rio de Janeiro, a cantora imediatamente se identificou e foi identificada como parte do movimento. Sylvia Telles foi uma das melhores intérpretes da música brasileira que modernizou os anos 1950 e muito ajudou na criação do novo estilo ao lado de nomes como Dick Farney, Lúcio Alves e Johnny Alf. Todas as músicas do programa desta sexta-feira foram compostas pelo maestro Antonio Carlos Jobim, com a riqueza dos arranjos e da regência do maestro Lindolpho Gaya. Aqui você se encontrará com "Dindi", "Discussão", "Fotografia", "A felicidade" e "Só em teus braços" entre outras preciosidades compostas por Tom.

Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini

                                                                                                                                    

 

 

segunda-feira, 5 de abril de 2021

 


AS CORES DO SWING
           (Livro de Augusto Pellegrini)

BANDLEADERS E DISCOGRAFIA  


Harry Roy (1900-1971) 

Nome completo – Harry Lipman

Nascimento – Londres-Inglaterra

Falecimento - Londres-Inglaterra

Instrumento - clarinete

 

Comentário - Harry Roy foi um bandleader inglês bastante conceituado durante quase quarenta anos (do início dos anos 1920 até meados dos anos 1960). Ele começou a estudar música na adolescência, enquanto trabalhava na fábrica de papelão do seu pai, e já na época tocava vários instrumentos. Em 1919, quando a Original Dixieland Jazz Band excursionou pela Inglaterra, Harry ficou impressionado com o clarinetista Larry Shields e decidiu investir no instrumento. Em 1920, Harry formou uma banda com seu irmão, o pianista Syd Lipman, chamada “The Damswells”, logo trocado pelo mais pomposo nome de “Roy Brothers Original Lyrical Five”, que foi novamente alterado em 1927 para “Original Crichton Lyrical Orchestra”. A orquestra gravou para diversos selos e tocou nos melhores clubes de Londres, excursionando em 1928 pela França, Austrália, Tasmânia e África do Sul, e em 1930 por toda a Alemanha. Em 1931, Syd passou a cuidar da administração e do gerenciamento da orquestra, que adotou então o nome de Harry Roy & His Bat Club Boys, que foi mais tarde finalmente alterado para Harry Roy And His Orchestra. Roy dividia seu tempo entre os palcos – como a bem-sucedida temporada de dois anos (1935-1936) no afamado Mayfair Hotel – e o cinema, aparecendo nas películas “Everything In Heaven” em 1935 e “Rhythm Racketeers” em 1936. Em 1938, durante a Segunda Guerra Mundial, Harry Roy voltou a excursionar com sua orquestra por toda a Inglaterra, e depois pela América do Sul e pelo Oriente Médio. Naquela ocasião, ele tentou levar a orquestra para os Estados Unidos, mas não conseguiu o visto de entrada no país em virtude do conflito. Cansado, Harry achou então melhor dissolver a orquestra e abrir um restaurante, onde continuou tocando ocasionalmente. A última apresentação pública de Harry Roy como músico se deu em 1969; logo depois, ele adoeceu gravemente e abandonou a música, vindo a falecer dois anos depois. Roy deixou uma marca importante na história do jazz orquestrado europeu.

 

Algumas gravações 

Bugle Call Rag (Jack Pettis-Elmer Schoebel-Billy Meyers)

Bye Bye Baby (George Gershwin-Ira Gershwin)

Elmer’s Tune (Dick Jurgens-Sammy Gallop-Elmer Albrecht)

Goody Goodbye (Nat Simon-James Cavanaugh)

Goody Goody (Johnny Mercer-Matty Malneck)

It’s Funny To Everyone But Me (Jack Lawrence)

Let’s Call The Whole Thing Off (George Gershwin-Ira Gershwin)

Lullaby Of Broadway (Al Dubin-Harry Warren)

My Girl’s Pussy (Harry Roy)

My Hat’s On The Side Of My Head (Brown Woods)

No Name Rag (Harry Roy)

Nobody’s Sweetheart (Gus Kahn-Elmer Schoebel-Billy Meyers-Ernie Erdman)

Smoke Gets In Your Eyes (Jerome Kern-Otto Harbach)

Tangerine (Johnny Mercer-Victor Schertzinger)

The Roy Rag (Harry Roy)

Tiger Rag (Nick LaRocca-Eddie Edwards-Henry Ragas-Tony Sbarbaro-Larry Shields)

 

 

sábado, 3 de abril de 2021

 


CONTRANEXO

(Excerto)

 

À noite todos os gatos são pardos, menos aquele ali, branco como a palidez de Rebeca, todo enroscado sobre o assento da cadeira de palha trançada, ele que me fita e me analisa e me inquire e me acompanha com o olhar de filósofo que só os gatos sabem ter, os olhos verde-cinza enigmáticos diferentes dos olhos negros pragmáticos de Rebeca, captando meu pensamento ou pelo menos fingindo que me entende, o que seria no mínimo estranho, pois nem eu mesmo me entendo.

Do lado de fora desta bodega de aspecto rústico que lembra uma velha estalagem balança uma placa de madeira esculpida a mão e presa por duas correntes e uma haste de metal, rangendo como uma ponte levadiça, com os dizeres “Restaurante do Dante – Comida Caseira”, um nome bem a calhar pelas perspectivas da noite e para o meu momento histórico – “lasciate ogni speranza voi ch’entrate”.

Enquanto trespasso o limiar da porta sem maiores rebuços, na sua soleira de mármore gasta pelos pés do tempo, o gato me acompanha com o olhar, o pescoço girando quinze graus de preguiça e uma orelha – vejam só, apenas uma orelha, a direita – se ergue como se sintonizasse  ao longe o resquício de um ruído de algum passo abafado ou como se ouvisse o barulho infernal fabricado pela minha mente, um silvo profundamente agudo que flete e reflete dentro da minha caixa craniana como uma bola de bilhar no rebordo da mesa, como um eco numa caverna, como um grito de náufrago. 

-0-0-0-

Talvez o vulto fosse mesmo Rebeca, com sua cara de desvario, com seu sorriso obsceno, com seus braços de serpente, com sua língua de mel, talvez fosse a expressão do seu rosto de morta, meio enforcada e meio afogada.

Dante me acompanha até a soleira de mármore para ter certeza de que vou mesmo embora, dou um derradeiro adeus para o gato e já não vejo o fantasma de Rebeca a seu lado.

O gato se espreguiça como um ponto de interrogação quando o ruído da porta de enrolar atravessa a noite como uma facada. Ele me olha com o olhar de boa noite que só os gatos sabem ter.

-0-0-0-

A foto que ilustra a reportagem do jornal mostra o rosto pálido do corpo encontrado na maré, e na legenda apenas o nome da morta – Rebeca.
           Rebeca. A mulher que eu esperei e que nunca conheci.

 


AS CORES DO SWING
           (Livro de Augusto Pellegrini)

BANDLEADERS E DISCOGRAFIA


Harlan Leonard (1905-1983) 

Nome completo - Harlan Quentin Leonard

Nascimento - Butler-Missouri-EUA

Falecimento - Los Angeles-California-EUA

Instrumento - saxofone e clarinete

 

Comentário - Considerado historicamente um dos mais importantes músicos de Kansas City, Harlan Leonard brilhou como bandleader apenas entre 1935 e 1945, tempo porém suficiente para se tornar nacionalmente conhecido. Harlan, que quando criança era chamado de Mike – embora ele próprio não soubesse o motivo – tocou clarineta aos treze anos na banda da escola Lincoln High School quando resolveu estudar saxofone com George Wilkenson e Eric “Paul” Tremaine. Ele iniciou a sua carreira em 1923 como participante da orquestra de George E. Lee, para alguns meses depois se tornar o saxofonista-alto da orquestra de Bennie Moten, na qual ficou até 1931. Entre 1931 e 1934, Leonard tocou na Kansas City Skyrockets, orquestra liderada pelo trombonista Thamos Hayes, que tinha entre os seus integrantes o trompetista Ed Lewis, o trombonista Vic Dickenson e o pianista Jesse Stone. Em 1934, Hayes decidiu deixar a orquestra e Leonard prontamente assumiu a liderança, comandando a banda durante três anos, quando resolveu montar o seu próprio grupo, ao qual denominou Harlan Leonard’s Rockets. Pela sua orquestra passaram alguns músicos do mais fino quilate, como Tadd Dameron, Eddie Durham e Charlie Parker (Parker lá permaneceu por apenas cinco semanas, pois foi demitido por razões disciplinares). Embora estivesse sediada em Kansas City, a Harlan Leonard’s Rockets fazia frequentes apresentações em Nova York e Los Angeles, o que contribuiu para que a orquestra se tornasse um pouco mais conhecida. Harlan se manteve à frente da sua orquestra até 1945, quando resolveu abandonar a carreira musical para trabalhar como burocrata da Fazenda Estadual. Harlan Leonard esteve musicalmente ativo durante pouco mais de vinte anos, entre 1923 e 1945, mas manteve em alta a reputação do jazz de Kansas City.

 

Algumas gravações 

Dameron Stomp (Tadd Dameron-Harlan Leonard)

Dig It (Tadd Dameron-Harlan Leonard)

Harlem Shout (Eddie Durham)

I’m In A Weary Mood (Harlan Leonard-Floyd Smith)

Mistreated (Harlan Leonard)

My Dream (Tadd Dameron-Harlan Leonard)

My Gal Sal (Leigh Harline-Cyril J.Mockridge)

My Pop Gave Me A Nickel (Eddie Durham)

Parade Of The Stompers (Harlan Leonard)

Please Don’t Squabble (Harlan Leonard)

Ride My Blues Away (Harlan Leonard-Leonard Williams-Floyd Smith)

Rock And Ride (Tadd Dameron-Harlan Leonard)

Rockin’ With The Rockets (Harlan Leonard-Floyd Smith)

Skee (Harlan Leonard)

Too Much (Harlan Leonard)

 

 

quinta-feira, 1 de abril de 2021

 


AS CORES DO SWING
           (Livro de Augusto Pellegrini)

BANDLEADERS E DISCOGRAFIA


GIL EVANS (1912-1988) 

Nome completo – Ian Ernest Gilmore Green

Nascimento – Toronto-Ontario-Canadá

Falecimento – Cuernavaca-México

Instrumento – piano e sintetizador

 

Comentário – Apesar de ter vivenciado a era do swing, o canadense Gil Evans não chegou a ser influenciado pelo estilo, exceto no que diz respeito à sonoridade das diversas famílias de instrumentos de uma big band. A família de Gil morava na Califórnia quando ele demonstrou seu interesse pela música e resolveu adotar o sobrenome do seu padastro, Evans. Gil Evans estudou música erudita, arranjo e composição, mas foi apenas em 1941 que ele começou a trabalhar efetivamente como arranjador, na orquestra de Claude Thornhill, onde ficou até 1948 e adquiriu sua preferência pelas big bands sofisticadas e pelo som do jazz de pré-vanguarda. Seu apartamento num porão de Nova York passou a ser o ponto de encontro de músicos que buscavam uma alternativa orquestral que fosse além do swing e do bebop, entre eles Miles Davis, Gerry Mulligan, John Lewis e Lee Konitz. Gil Evans foi um inovador e experimentou novas sonoridades utilizando o sintetizador, a trompa e a tuba como base, além de arregimentar músicos específicos que deram um passo adiante na modernização do jazz. Sua carreira e sua filosofia musical se confundem com as de Miles Davis, com quem compartilhou incontáveis momentos de criatividade. Ambos se envolveram em 1970 com instrumentos eletrônicos e tomaram a decisão de fazer um jazz de vanguarda sem se importar com o passado, por mais importante que o passado tivesse sido. Evans era acima de tudo um músico de jazz, embora sua mente fosse aberta para novas experiências, incluindo o jazz-rock, evidenciado pelo seu particular interesse pela obra de Jimi Hendrix e, mais tarde, de Sting. Os três álbuns resultantes do seu trabalho com Miles Davis (“Miles Ahead”, “Porgy And Bess” e “Sketches Of Spain”) são considerados clásicos do jazz de vanguarda. Gil Evans se manteve musicalmente ativo desde o início dos anos 1940 até meados dos anos 1980.

 

Algumas gravações 

Angel (Jimi Hendrix)

Anita’s Dance (Gil Evans)

Blues In Orbit (George Russell)

Chant Of The Weed (Don Redman)

Cheek To Cheek (Irving Berlin)

Django (John Lewis)

King Porter Stomp (Jelly Roll Morton)

La Nevada (Gil Evans)

Lester Leaps In (Lester Young)

Manteca (Gil Fuller-Dizzy Gillespie-Chano Pozo)

Prelude To Orgone (Gil Evans)

Prince Of Darkness (Wayne Shorter)

‘Round Midnight (Cootie Williams-Thelonious Monk-Bernie Hanighen)

Savannah (Harold Arlen-E.Ypsel”Yip” Harburg)

The Bilbao Song (Kurt Weill-Bertold Brecht)

There Comes A Time (Tony Williams)

Thoroughbred (Billy Harper)

Voodoo Chile (Jimi Hendrix)

 

 

 

 


NOVOCABULÁRIO INGLÊS

(Copyright FluentU)

 

(ver tradução após o texto)

 

RAGAMUFFIN

 

RAGAMUFFIN comes from the English that was used during the Middle Ages. You’ve probably heard the word “rag”, right? (“rag” is a dirty and scruffy piece of old cloth). So, it will make sense to know that a RAGAMUFFIN is a person who wears dirty and scruffy clothes – clothes that are just like “rags”! It’s usually used for children, and you may also sometimes hear it used to describe scruffy-looking animals  

 

 

            “I sent my children to school dressed smartly, and they come home like little ragamuffins!”  

 

            “Let’s clean up this little ragamuffin – Ms. Hannigan said pointing to dirty orphan.”   

 

            “The ragamuffin and other urchins ran through the streets stealing whatever they could get.”             

           

                          

 

TRADUÇÃO

 

MALTRAPILHO

RAGAMUFFIN vem do inglês falado na Idade Média. Você deve conhecer a palavra “rag” (trapo), não é? – um pedaço de pano rasgado e sujo. Então, faz sentido entender como RAGAMUFFIN uma pessoa que usa roupas rasgadas e sujas, ou seja, um maltrapilho. Esta expressão é geralmente usada para crianças, e você também pode ouvi-la às vezes fazendo menção a animais sujos e com a aparência de maltratados.

“Eu mandei meus filhos para a escola hoje muito bem vestidinhos e eles voltaram para casa parecendo uns maltrapilhos!”

“Vamos dar um jeito neste pequeno maltrapilho – disse a senhora Hannigen apontando para o pequeno órfão”.  

“Este menino sujo e outros pequenos delinquentes corriam pelas ruas roubando tudo aquilo que podiam”.

 

terça-feira, 30 de março de 2021

 




PEÇO A VOCÊ 

(Samba de Augusto Pellegrini) - 1978

 

Peço a você

Que console este meu coração

Já não vivo em paz

Pois novamente fracassei

E pensar noutra desilusão

Eu não posso mais

 

Meu pranto derramei

Por toda a vida

Tive sonhos dourados de amor

Encontrei flores no meu caminho

No entanto, em cada flor

Morava a solidão

E o canto se transformava

Da flor em espinho

Por isso peço a você

Que me console e me dê seu carinho

Ninguém pode ser feliz sozinho

Por isso peço a você

Que me console e me dê seu carinho

Ninguém pode ser feliz sozinho

segunda-feira, 29 de março de 2021

 


SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 14/12/2018
RÁDIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

ANDREW RATHBUN QUARTET - NUMBERS AND LETTERS

Andrew Rathbun é atualmente um dos mais respeitados e bem resolvidos saxofonistas e compositores de jazz da sua geração. Suas execuções nos saxofones tenor e soprano contêm como atributos muito lirismo, swing e criatividade. Vindo da escola de Coltrane, ele explora com autoridade as dissonâncias no instrumento completadas por um trio que segue a mesma linha contemporânea, obedecendo aos arranjos muito bem elaborados pelo autor. Andrew Rathbun faz uma leitura pós-moderna do jazz, dando à sua música toque de free-jazz adocicado por pitadas de jazz modal e avant-garde. O resultado é uma surpreendente superposição de notas em escala com pausas bem colocadas, o que confere à música um tom surreal. Pode-se dizer que o jazz de Andrew Rathbun é feito sob-medida para os entendidos no assunto. Andrew e o trio executam sete músicas desconhecidas do grande público, posto que compostas pelo próprio executante.

Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini