sábado, 13 de fevereiro de 2021

 


NOVOCABULÁRIO INGLÊS

(Copyright Cambridge) 

(ver tradução após o texto)

 

LOL 

Many people read this expression at the end of internet text messages and conversations online. The great majority that is familiar with the internet terms and abbreviations know its meaning but some beginners may be asking themselves – “What the heck is this?”. To those beginners we explain that LOL stands for “Laughing Out Loud”, and is frequently used in text messages or pictures when you think something is funny. Just remember that this is only used in written English. You shouldn’t use LOL in speaking communication.    

 

            “This is so cute! My cat just stole the dog’s bed and now the dog’s looking at me like he’s saying – “do something!”. LOL!”  

 

            “My daughter came all the way home to get her backpack, then had a snack and left without it! LOL!”

           

            “Bob spent almost an hour looking for an address and was dumbfounded when he realized he was standing in front of the house he was looking for! LOL!”

 

                     

                          

 TRADUÇÃO

 

LOL

Muita gente lê esta expressão em mensagens de texto pela internet e conversas online. A grande maioria que está habituada com termos e abreviações pela internet conhece o seu significado, mas alguns principiantes podem se perguntar – “Que diabo é isso?”. Para esses principiantes nós explicamos que LOL são as iniciais de “Laughing Out Loud” (Rindo Alto e Bom Som) e é usado em mensagens de texto ou figuras que você acha engraçado. Lembre-se de que isto se refere apenas à comunicação escrita, e não deve ser usado em comunicação verbal.    

 

“Foi tão bonitinho! O meu gato deitou na cama do cachorro, e agora o cachorro fica olhando pra mim como se estivesse dizendo – “faça alguma coisa!”. LOL!”.


“Minha filha levou um tempão para chegar em casa pra pegar a sua mochila, tomou um lanche e foi embora sem ela! LOL!”  


“Bob passou quase uma hora procurando por um endereço e ficou pasmado quando percebeu que estava exatamente em frente da casa que ele estava procurando! LOL!”.

 

 

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2021

 


CAIXA DE SURPRESAS

(Augusto Pellegrini) 

Lá estava eu, sentado quieto no meu canto
Sem nada pra fazer, sem um destino certo
Quando ela veio, sem causar surpresa ou espanto
Sem qualquer emoção, e sem ninguém por perto 

Tinha consigo uma caixa envolta em papel pardo
À guisa de presente, um tanto inusitado
Se aproximou e se desvencilhou do fardo
Depositando a caixa no chão, bem ao meu lado 

Então tocado eu fui por imensa surpresa
Que foi se transformando em preocupação
A caixa conteria alegria ou tristeza?
Traria ela bons fluidos ou pranto e danação?
 

Me apoderei da caixa, rasguei o papel pardo
Curioso, quis saber o que ela continha
Lá dentro se encontrava todo o meu passado
E o meu futuro oculto em uma outra caixinha. 

 

Fevereiro 2021

 

 


AS CORES DO SWING
           (Livro de Augusto Pellegrini)

BANDLEADERS E DISCOGRAFIA


BUDDY RICH (1917-1987) 

Nome completo – Bernard Rich

Nascimento – Nova York-New York-EUA

Falecimento – Los Angeles-California-EUA

Instrumento - bateria

 

Comentário – Se levarmos em consideração a técnica, a velocidade, a força e a habilidade na construção dos seus solos, Buddy Rich deve ser colocado no pedestal como um dos maiores bateristas do mundo de todos os tempos. Filho de artistas de vaudeville, Buddy teve seu primeiro contato com a bateria antes de completar dois anos de idade, começando a se apresentar em teatros, e foi depois do ator Jackie Coogan o artista infantil mais bem pago do país. Aos onze anos ele comandava uma banda de adolescentes e já mostrava seu espírito de organização e liderança. Inspirado em Gene Krupa e Chick Webb, Buddy Rich tocou profissionalmente a partir de 1937 em diversas orquestras, começando por Joe Marsala e passando depois pelas bandas de Bunny Berigan e Artie Shaw. Mais tarde, Buddy Rich participou das orquestras de Tommy Dorsey, Benny Carter, Harry James e Les Brown, até desembocar no projeto JATP – Jazz At The Philharmonic. Em 1966, época em que a popularidade das grandes orquestras começava a entrar em baixa e a beatlemania tomava conta do mundo, Rich resolveu topar o desafio e formar a sua própria orquestra. A partir de então, ele deixou definitivamente de fazer parte do rol de “acompanhantes” e passou a comandar um grupo de músicos no sentido de redigir a sua própria mensagem musical. Sua orquestra tinha uma sonoridade brilhante, com um destaque acentuado para o seu instrumento, e o acompanhou pelo resto da sua carreira. Apesar de espetacular, a orquestra de Buddy Rich havia passado do tempo das big bands e não tinha mais como palco os grandes clubes noturnos de Chicago e Nova York, tendo que se contentar com excursões e apresentações em teatros, festivais ou em programas de televisão, como “The Muppet Show”, e o “Johnny Carson’s Tonight Show”. Buddy Rich sempre foi um músico vigoroso e se entregava à bateria com muita garra, sem se importar com um problema cardíaco crônico que o acompanhava havia muito tempo. O problema foi se agravando e o músico morreu aos setenta anos, depois de uma carreira que fez parte de praticamente toda a vida.

 

Algumas gravações 

Caravan (Duke Ellington-Juan Tizol-Irving Mills)

Cardin Blue (Buddy Rich)

Dancing Men (John La Barbera)

Dateless Brown (Buddy Rich-Eddie Finckel)

Great Moments (Neal Hefti)

Jet Song (Leonard Bernstein-Stephen Sondheim)

Jumpin’ At The Woodside (Count Basie)

Just You, Just Me (Jesse Greer-Raymond Klages)

Milestones (Miles Davis)

Moment’s Notice (John Coltrane)

Oop Bop Sh-Bam (Gil Fuller-Dizzy Gillespie-Jay Roberts)

Rags To Riches (Buddy Rich-Eddie Finckel)

Saturday Night (Bob Mintzer)

Slow Funk (Bob Mintzer)

Time Being (Bill Holman)

Two Bass Hit (Dizzy Gillespie-John Lewis)

Ya Gotta Try (Sammy Nestico)

 

terça-feira, 9 de fevereiro de 2021

 


AS CORES DO SWING
           (Livro de Augusto Pellegrini)

BANDLEADERS E DISCOGRAFIA


Buddy Morrow (1919-2010) 

Nome completo – Muni Zudekoff (conhecido por Moe Zudekov)

Nascimento – New Haven-Connecticut-EUA

Falecimento – Ormond Beach-Florida-EUA

Instrumento – trombone

 

Comentário – Buddy Morrow sempre foi apaixonado por música, e se interessou pelo trombone ainda quando criança. Aos doze anos ele já conseguia tocar razoavelmente, quando se mudou para Nova York e ingressou no Institute of Musical Art. Dois anos depois, o garoto já se apresentava ocasionalmente, tocando aqui e ali em pequenos grupos compostos por jovens. Em 1936, aos dezessete anos, ainda conhecido como Moe Zudekoff, ele fez o seu debut profissional em Nova York começando a trabalhar em grandes orquestras, como as de Artie Shaw, Tommy Dorsey, Paul Whiteman e Bunny Berigan, e foi depois convidado a substituir o trombonista Ray Conniff na orquestra de Bob Crosby. Ainda em 1936, ele fez a sua primeira gravação ao lado da cantora Amanda Randolph e do trompetista Sharkey Bonano. Zudekoff mudou o nome para Buddy Morrow em 1940, por considerá-lo mais apropriado para um músico de jazz, e em 1945 formou a sua primeira orquestra. Durante algum tempo, Morrow se manteve tocando apenas como uma orquestra de estúdio. Em 1956 ele montou uma orquestra de palco e alcançou estrondoso sucesso executando uma mistura de swing e rhythm & blues. Mas, apesar de suas bem sucedidas apresentações em público, Morrow continuou dando preferência ao trabalho de estúdio durante os anos 1960. Em 1970, Buddy Morrow montou a sua World’s Greatest Jazz Band e mais tarde resolveu reviver a orquestra de Tommy Dorsey, apresentando em público os seus antigos sucessos com os arranjos originais. Quando morreu, aos noventa e um anos, Buddy Morrow continuava liderando a Tommy Dorsey Orchestra cover (o que o fez por quarenta anos) e desenvolvendo trabalhos de estúdio. Ele se manteve ativo como músico atuante desde meados de 1930.

 

Algumas gravações 

All Night Long (Jimmy Forrest)

Blue Skies (Irving Berlin)

Corrine Corrina (Buddy Morrow-Herb Hendler)

Deep Purple (Peter DeRose-Mitchell Parish)

Fine And Mellow (Billie Holiday)

I Cried For You (Abe Lyman-Gus Arnheim-Arthur Freed)

Night Train (Jimmy Forrest-Lewis Simpkins-Oscar Washington)

One Mint Julep (Rudolph Toombs)

Perry Mason Theme (Fred Steiner)

Some Of These Days (Shelton Brooks)

Sweet Sue (Just You) (Victor Young-Will J.Harris)

Tequila (Daniel Flores)

The Song Is You (Jerome Kern-Oscar Hammerstein II)

The Very Thought Of You (Ray Noble)

The Third Man Theme (Anton Karas)

Without A Song (Vincent Youmans-Edward Eliscu-Billy Rose)

Zing! Went The Strings Of My Heart (James F.Hanley)

 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2021

 


SINOPSE DO PROGRAMA SEXTA JAZZ DE 07/09/2018
RÁDIO UNIVERSIDADE FM - 106,9 Mhz
São Luís-MA

DUKE ELLINGTON & JOHN COLTRANE

Duke Ellington e John Coltrane são indubitavelmente duas das maiores expressões do jazz de todos os tempos, cada qual dentro da sua época e do seu estilo. Ellington, considerado um dos maiores músicos do século 20, comandou sua orquestra e compôs swing, blues, suítes, missas e músicas orquestrais com a qualidade dos mestres. Décadas depois, apareceu Coltrane dentro do contexto hard-bop / post-bop / modal jazz, com um sopro diferenciado que exerceu uma forte influência nos saxofonistas que surgiram dali em diante. Os dois estão reunidos neste álbum gravado em 1962 com execuções de fino trato, quando ambos se encontravam no auge da sua forma, com Ellington ao piano e Coltrane no sax-tenor acompanhados apenas por baixo e bateria. Entre as músicas, a transcendental "In A Sentimental Mood", uma das obras primas de Duke.

 Sexta Jazz, nesta sexta, oito da noite, produção e apresentação de Augusto Pellegrini

                                                                                                                                    

 

 


SONHEI COM FLORES 

(samba de Augusto Pellegrini e Odair Ferreira ‘Fala Macio’)

 

Sonhei com flores

É sinal de alegria ou de tristeza?

Sonhei com flores

Era um paraíso, que beleza

Sonhei com flores

Enfeitando o meu jardim

Vi a criança trazendo flores para mim

Uma rosa nascendo

Num crescendo sem fim

Um arco-íris de lilases

Cravos e jasmins

 

Meu Deus

Não sei por que acordei

E as pétalas de cores

Pelo chão eu derramei

Ao ver mimosa flor perdida em pranto

Pela vida em desencanto

À realidade eu voltei

Ao ver mimosa flor perdida em pranto

Pela vida em desencanto

À realidade eu voltei

 

 


AS CORES DO SWING
           (Livro de Augusto Pellegrini)

BANDLEADERS E DISCOGRAFIA


BOYD RAEBURN (1913-1966) 

Nome completo – Boyde Albert Raeburn

Nascimento – Faith-South Dakota-EUA

Falecimento – Lafayette-Louisiana-EUA

Instrumento – saxofone

 

Comentário – Apesar de ser saxofonista, Boyd Raeburn nunca se notabilizou como solista do instrumento, possivelmente por ter iniciado a sua carreira de bandleader na década de 1930 como um músico de características comerciais. Ele foi uma figura relativamente apagada durante quase quinze anos e apenas em 1944, quando montou um grupo não convencional formado por músicos da qualidade de Johnny Hodges, Benny Harris e George Handy, é que ele conseguiu dar uma guinada definitiva em direção ao jazz orquestrado. O pianista George Handy, com seus arranjos, captou as ideias inventivas de Raeburn e as transformou em uma mensagem sonora que ultrapassava os limites do jazz ortodoxo, no que foi seguido por outros arranjadores, os também pianistas Eddie Finckel e George Williams. No início, a orquestra de Raeburn mostrava uma certa semelhança com a de Count Basie, embora fosse mais moderna, pois começava a utilizar uma sonoridade bastante dissonante. A orquestra de Boyd Raeburn foi a primeira a gravar a famosa “Night In Tunísia”, composta por Dizzy Gillespie e Frank Paparelli. Algum tempo depois, Raeburn fortaleceu o seu estilo e começou a ser respeitado pelos jazzistas de vanguarda. Seu jazz, influenciado pela música clássica moderna – com pitadas de Igor Stravinsky, nos moldes de Stan Kenton – tendia para o experimentalismo, como mostram suas gravações feitas em 1945 e 1946. Em 1947 ele fez um breve retorno às gravações de música para dança, às quais foi acrescentada a qualidade que ele não possuía nos anos 1930. Reaburn alcançou um particular sucesso em 1956 e 1957 com importantes gravações feitas para a Columbia. Boyd Raeburn ainda se mantinha em atividade em 1966 quando foi vitimado por um ataque cardíaco. Sua carreira musical teve início em meados dos anos 1930 e se estendeu até meados dos anos 1960.

 

Algumas gravações 

A Night In Tunisia (Dizzy Gillespie-Frank Paparelli)

Blue Prelude (Gordon Jenkins-Joe Bishop)

Body And Soul (Edward Heyman-Robert Sour-Frank Eyton-Johnny Green)

Boyd Meets Stravinsky (Eddie Finckel)

Boyd’s Nest (Boyd Raeburn)

Dalvatore Sally (George Handy)

Hey, Look, I’m Dancing (George Handy)

March Of The Boyds (Boyd Raeburn)

Memphis In June (Hoagland “Hoagy” Carmichael-Paul Francis Webster)

Picnic In The Wintertime (George Handy)

Prisoner Of Love (Leo Robin-Russ Columbo-Clarence Gaskill)

Street Of Dreams (Victor Young-Sam M.Lewis)

Summertime (George Gershwin-Ira Gershwin-DuBose Heyward)

Temptation (Nacio Herb Brown-Arthur Freed)

The Help Boyds (Boyd Raeburn-Ralph Flanagan)

There’s No You (Hal Hopper-Tom Adair)

Tonsillectomy (George Handy)